Nós, jovens, matamos a juventude. Matamos a pura essência da etapa que deveria nos formar e não, como é agora, limitar. Somos sombras pálidas de um fogo que deveria arder intensamente – e até insanamente – em nossas vidas, mas que se cala brando e conformado em seu cotidiano.
Oi. Bem vindos ao Eu sou Autista. Meu nome é Alan Miranda de Freitas um desocupado como você e tantos outros. O blog não nasceu agora, ele nasceu tem muitos anos em um endereço diferente, sem domínio próprio, sem um layout decente; mas, tudo isso mudou. Finalmente posso dizer que o Eu sou Autista é um blog de verdade.
A Reforma Ortográfica vem aí, olê, olê, olá! Eu, mui útil como sempre, já tava pesquisando faz muito tempo para falar sobre ela, mas sempre que eu sentava para escrever batia aquele desânimo coisa e tal. Eu achei um monte de lugares falando sobre isso, lógico que muitas informações não faziam muito sentido, então eu deixei elas da forma mais leve possível…
Eu sou patriota à old school, chorei em todas as três vezes que escutei o hino nacional tocar, e fiquei puto em todas às disputas que perdemos, fosse no judô fosse no remo. Acho que carregar a bandeira nas costas é motivação de sobra pra suar sangue, mesmo não tendo chance alguma de levar sequer o bronze.
As pessoas tendem a ter visões muito egocêntricas do mundo, como se todas as outras pessoas do mundo devessem agir em prol de uma única atitude. Salvar os animais, acabar com a fome, a suposta libertação de sua etnia. A principal bandeira dessa Olimpíada vem justamente confrontar isso, uma Olimpíada que quer nada além de Harmonia.
Eu sou um cara patriótico, e não tenho como defeito querer que os outros também sejam, mas ignorar a bandeira não é a mesma coisa que esnobá-la. Iziane e Leandrinho, que são exemplos no basquete, têm todo o direito de não querer vestir a amarelinha, desde que façam isso com o mais devido respeito.
A melhor parte de ser um ser humano é ter o direito de odiar, nesse caso muito, alguma coisa. Por outro lado, adoro cair dentro duma discussão, seja ela sobre futebol, novela, o corte de cabelo novo da Maria ou, os meus assuntos preferidos, política e filosofia. Nada melhor, então, do que fazer uma discussão sobre a famigerada Liberdade de Expressão.
Pois então, todo mundo já deve ter visto a propaganda politicamente correta do Kuat. Aquele mesmo, dos beijos lascivos sem nham nham nham… Chegou? Pega logo! É, pois é, ele mudou. Agora é douradinho e aparentemente politizado. Só queria saber o que que o Kuat, além da propaganda bem feita, faz de bem pro nosso planeta.















